terça-feira, 5 de julho de 2016

Rita Lee & Tutti Frutti Coisas Da Vida - 40 anos depois-by enrique els...

Há 40 anos era lançado o LP de Rita Lee-"Entradas e Bandeiras"com a banda Tutti Frutti

 
A novela das 8   noite da Tv GLOBO daquele ano era"O Casarão"   uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 7 de junho e 10 de dezembro de 1976, em 168 capítulos, substituindo Pecado Capital e substituída por Duas Vidas.Foi a 17ª "novela das oito" exibida pela emissora. Escrita por Lauro César Muniz e dirigida por Daniel Filho e Jardel Mello, com Daniel Filho como diretor geral.

Exibição

O Casarão foi reapresentada numa versão compacta de somente 18 capítulos, entre 21 de março até 9 de abril de 1983, contra 168 capítulos da exibição original. Substituindo Sol de Verão, de Manoel Carlos, protagonizada por Jardel Filho, que veio a falecer, em 20 de fevereiro de 1983, durante a exibição da novela, abalando a todos e antecipando o termino da novela, e a emissora ainda não tinha uma novela substituta pronta. Louco Amor, a substituta oficial, estrearia somente 3 semanas depois, em 11 de abril de 1983.A telenovela narrava três épocas ao mesmo tempo: 1900, de 1926 à 1936 e a atualidade (na época), 1976, com conteúdo inquietante, ao abordar a decadência das tradicionais oligarquias cafeeiras paulistas, e com isso discutindo temas como feminismo, política, velhice, e principalmente a evolução do comportamento.
No município de Sapucaí, norte de São Paulo, 1900. O poderoso senhor de terras Deodato Leme consegue, graças à sua influência política, que um ramal ferroviário seja instalado nos limites de sua propriedade, a fazenda Água Santa, e procurar, com isso um meio de facilitar o escoamento do café ali cultivado. Paralelamente, constrói nos domínios de Água Santa, um portentoso casarão, que testemunhará a saga de uma família ao longo de cinco gerações até à atualidade – 1976 – onde mora Carolina, neta de Deodato Leme. Para contar a saga familiar, três épocas são enfocadas.
De 1900 à 1910: Maria do Carmo, filha de Deodato Leme, se apaixona por um imigrante português, Jacinto de Souza, mas é obrigada pelo pai a casar com Eugênio Galvão, o engenheiro responsável pela construção do ramal ferroviário. O ponto culminante dessa fase é a morte de Deodato, em 1906, numa emboscada armada pelo próprio genro, Eugênio, que, assim, assume o controle político da região.
1926 à 1936: Sapucaí, em pleno progresso, já não depende como antes da fazenda Água Santa. Aqui, um problema semelhante ao de Maria do Carmo é enfrentado por sua filha Carolina: ela ama o artista João Maciel, mas acaba se casando com Atílio, filho de Jacinto. Esse período marca o início da decadência da família, cuja fortuna sofre um abalo com a crise econômica mundial de 1929.
1976: Agora se afloram todos os problemas criados ao longo de anos de dificuldades. As terras de Água Santa são apenas a terça parte da fazenda original. E diversos fatores somam-se para determinar a derrocada final: o surto de industrialização, o êxodo rural, a própria decadência psicológica de seus proprietários. Diante deste quadro, os filhos de Atílio e Carolina são levados a transformar a fazenda num grande loteamento, enquanto o projeto de uma nova estrada ameaça o velho casarão.
É essa realidade que João Maciel encontra quando volta a Água Santa para reaver uma escultura que ali enterrara muitos anos antes. E seu relacionamento com Carolina torna-se tenso, pois ambos revivem o amor do passado. Com a morte de Atílio, Carolina decide reaproximar-se de João Maciel.
Ao final, o casarão é vítima de uma amarga coincidência histórica: a nova ferrovia passará exatamente pelo lugar onde ele está. Nascido do progresso que a antiga estrada trouxera, ele desaparecerá por circunstâncias semelhantes. A cena final, após a morte de Atílio, mostra Carolina chegando ao encontro marcado com João Maciel, na Confeitaria Colombo, perguntando a ele se estava muito atrasada e obtendo como resposta: "Só quarenta anos!" 
'O fio condutor da trama é o casarão e o eterno amor dos personagens dos saudosos Paulo Gracindo e Yara Cortes. Os dois conseguem ficar juntos após 40 anos de separação'.

Elenco

Primeiro período: 1900

Segundo período: 1926-1936

Terceiro período: 1976

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Cor de Rosa Choque - Rita Lee(LP 1982)



Cor de Rosa Choque

Rita Lee

Nas duas faces de Eva
A bela e a fera
Um certo sorriso
De quem nada quer...

Sexo frágil
Não foge à luta
E nem só de cama
Vive a mulher...

Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque...

Mulher é bicho esquisito
Todo o mês sangra

Só de Você - Rita Lee e Roberto de Carvalho

LP Rita Lee Roberto De Carvalho -1982

 Vania Toledo
Em 1982, Rita Lee estava aqui, ali, em qualquer lugar. Na verdade, fazia alguns anos, desde 1979, quando lançou aquele álbum que trazia “Mania de Você” e “Chega Mais” que a rainha do rock também era a majestade do pop. Suas músicas tocavam à exaustão e alavancavam seus discos nas paradas, tornando Rita uma máquina de fazer dinheiro com uma agenda de mais de 100 shows anuais. ”Neste mesmo ano a rainha do rock nacional lançava o LP Rita Lee Roberto De Carvalho que seria outra febre nacional...Trouxe canções que foram grandes hits nas paradas Brasileiras, como "Flagra", uma das músicas mais famosas de Rita, e "Cor-de-Rosa Choque".
 
Lado A
N.º Título Duração
1. "Flagra"   03:34
2. "Barriga da Mamãe"   04:06
3. "Barata Tonta"   03:50
4. "Frou-Frou"   01:55
5. "Vote em Mim" (Rita Lee/Roberto de Carvalho/Ezequiel Neves) 04:22
N.º Título Duração
6. "Só de Você"   04:13
7. "Brazil com S" (Part. esp.: João Gilberto) 03:14
8. "Cor-de-Rosa Choque"   03:00
9. "Pirata Cigano"   03:53
10. "O Circo"  

(Rita Lee autografa um exemplar do LP lançado por ela em 1982)
 

domingo, 15 de maio de 2016

A MARCA DA ZORRA-RITA LEE-(É DO BAÚ)

1995-Show do Ano "A Marca da Zorra"de Rita Lee

Deste show saiu um disco A Marca da Zorra-ao vivo pela SOM LIVRE, que levou o Prêmio Sharp de Música Melhor disco - "A Marca da Zorra"
A Marca da Zorra, foi com essa turnê que Rita Lee abriu o primeiro show dos Rolling Stones no Brasil. Pouco antes de Rita abrir esse show ela deu entrada no hospital por overdose, e no ano seguinte, sob o efeito de barbitúricos, sofreu uma queda da varanda no segundo andar de seu sítio, esfacelando seu côndilo maxilar e tendo que passar por uma cirurgia para colocação de pinos de titânio. Os médicos teriam dito que, após o acidente, ela jamais voltaria a cantar. Contudo, depois da cirurgia bem-sucedida e diante da possibilidade de retomar sua carreira, Rita teria se comprometido a largar as drogas, o que, segundo uma declaração da cantora ao programa Fantástico (Rede Globo), só fez totalmente em janeiro de 2006, depois de procurar ajuda em um hospício. Ainda em 1995 a música "Vítima" é tema de abertura da novela A Próxima Vítima.
Prêmio Sharp de Música Melhor disco - "A Marca da Zorra" Prêmio Sharp de Música Melhor show - "A Marca da Zorra" Prêmio Sharp de Música Melhor cantora (Pop rock)